segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Uma escrava sem alforria
Todos os dias, tinha de manter relações sexuais com até 15 soldados, durante quatro anos
Era uma criança, não sabia nada Talvez o Japão esteja esperando que morramos, porque somos testemunhas vivas
RESUMO Desde 1992, todas as quartas-feiras, ao meio-dia, Gill Won Ok, 83, e outras idosas se revezam diante da Embaixada do Japão na Coreia do Sul. Protestam contra o uso de quase 200 mil coreanas como escravas sexuais durante o período de ocupação (1910-1945). Já foram 940 atos exigindo desculpas formais e reparação.
Leia depoimento publicado na Folha (Mundo), em 05/09/2010.
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